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Com recursos da comunidade, Camobi ganha Central de Videomonitoramento

Com recursos da comunidade, Camobi ganha Central de Videomonitoramento

A união de um grupo de 240 empresários do Bairro Camobi, em Santa Maria, tem revolucionado a área de segurança pública do local. Por meio de recursos da Associação Camobi Segura, o posto da Brigada Militar do bairro recebeu uma Central de Videomonitoramento composta por 37 câmeras que monitora os principais locais de Camobi.

A Associação que nasceu em 2015 já investiu mais de R$ 200 mil para melhorias da Brigada Militar, Polícia Civil e Guarda Municipal.

“É preciso entender que nós como sociedade fazemos parte da segurança do bairro, então quanto mais nos envolvermos mais seguros vamos estar”, ressalta o presidente Adriano Deglioumini.

Conforme o comandante do 1º Regimento de Polícia Montada (1º RPMon), o tenente-coronel Erivelto Hernandes Rodrigues, essa união com a sociedade é extremamente positiva.

“Se toda cidade seguisse o exemplo de Camobi, com certeza teríamos uma Santa Maria muito mais segura. Hoje, os índices de criminalidade no bairro são muito baixos, graças essa interação com os moradores daqui”, destacou.

A inauguração da Central de Videomonitoramento ocorreu no final da tarde de segunda-feira. Na oportunidade, um alojamento para os policiais militares também foi inaugurado na sede do 3ª  Esquadrão do 1º RPMon, localizada perto do trevo de acesso à UFSM.

Fotos: Raul Pujol

Leia a matéria completa em: https://www.santamaria24horas.com.br/Not%C3%ADcias/com-recursos-da-comunidade-camobi-ganha-central-de-videomonitoramento/

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Parceria entre comunidade e polícia garante mais de 30 câmeras em Camobi

Associação Camobi Segura investiu, nos últimos três anos, mais de R$ 200 mil na segurança pública do bairro

O vazio deixado pelo poder público tem sido, nos últimos anos, o motivador por parte de associações de bairros e vilas a buscarem soluções para demandas que, a princípio, deveriam ser enfrentadas pelo Estado. Santa Maria, com seus quase 300 mil habitantes, não foge desse contexto. Por aqui, a questão da segurança pública é um tema que preocupa a todos, independentemente da região da cidade.

E foi por meio da união de moradores de Camobi, o maior bairro da cidade, com 21 mil habitantes, que surgiu, em 2015, uma iniciativa de suprir ou, ao menos, minimizar o vácuo deixado pelo poder público. Há quatro anos, um grupo de 15 empresários fez frente à criação da Associação Camobi Segura.

Ao se levar em conta a quantidade de pessoas que circulam por dia no bairro, a população em Camobi chega perto de 50 mil pessoas. Assim, moradores e o empresariado local criaram, no fim de 2015, a associação de bairro. De lá para cá, o engajamento só aumentou e deu o tom nas relações e em investimentos.

Apenas, no ano passado, a parceria rendeu à Brigada Militar um investimento de R$ 80 mil. A cifra veio de doações da comunidade, com contribuições a partir de R$ 50. Com o investimento, foi possível reformar a sede do batalhão da BM, perto da rótula da UFSM, e consertar mais de duas dezenas de viaturas e comprar 10 tablets. Além disso, um abrigo coberto para as viaturas será construído, neste semestre, com recursos por meio da comunidade.

O capitão Alexandre Lacerda, comandante do 3º Esquadrão do 1º Regimento da Brigada Militar, que cobre Camobi, acompanha desde o início a associação de bairro. Segundo ele, é visível e notória a relação de troca e de ganho mútuo.

– É uma sinergia entre as forças de segurança e a sociedade. Com as câmeras de segurança e os grupos de comunicação (por meio de aplicativos de celular), temos os olhos multiplicados. Todos se somam e o ganho é para o cidadão de bem. A comunidade em Camobi, por exemplo, fala direto com a viatura. Não há necessidade de ligar para o 190. E sem dizer que o custo é zero para o Estado.

Empresas, condomínios e profissionais liberais arcam com a compra, a instalação, a manutenção e a internet das câmeras. A polícia fica responsável pelo monitoramento.

AGILIDADE
Outro ganho, reforça o comandante Lacerda, é quanto ao tempo de resposta. Segundo ele, a média é de três minutos desde o comunicado até a verificação do caso. O capitão diz que, desde que se iniciou e com a consolidação da parceria com a Associação Camobi Segura, o bairro teve queda de 60% em arrombamentos e de 70% nos roubos a estabelecimentos comerciais.

– O último roubo a um estabelecimento comercial se deu há pouco mais de um mês em uma lotérica. Logo que fomos comunicados, analisamos as imagens de uma rua, próximo da lotérica, e vimos os criminosos saindo do local. Em instantes, demos a busca aos criminosos e, em 10 minutos, eles foram encontrados no Bairro São José. Estavam armados e com dinheiro. Nós os prendemos de imediato – conta.

Ainda que a segurança pública seja uma obrigação do Estado, investir na área também é de responsabilidade de todos, reforça o delegado Gabriel Zanella, que comanda a Delegacia de Polícia de Homicídios e Proteção à Pessoa:

– Esse tipo de iniciativa é positiva e poderia ser replicada em outros bairros. As câmeras ajudam na prevenção e também na elucidação. E sem dizer que essas câmeras são de alta resolução, o que ajuda e muito nas investigações – diz o delegado, ao lembrar que Camobi teve apenas um homicídio neste ano.

O lançamento da central de monitoramento foi ontem à tarde, mas as câmeras já estavam em funcionamento há um mês. Um policial fica, a cada turno de seis horas, analisando as imagens das 37 câmeras que funcionam 24 horas em duas centrais em Camobi: uma na Polícia Civil e, outra, na Brigada. Elas ficam em pontos estratégicos e próximas de possíveis alvos da criminalidade como bancos, estabelecimentos comerciais e escolas.

PARCERIA QUE SE TRADUZ EM NÚMEROS

  • A Associação Camobi Segura foi criada em dezembro de 2015, por iniciativa de 15 empresários. Hoje, tem cerca de 250 colaboradores da iniciativa privada e de condomínios 
  • Em três anos e meio, foram aportados mais de R$ 200 mil em melhorias junto às forças de segurança (BM, Polícia Civil, Guarda Municipal, Bombeiros e polícias rodoviárias)
  • Há 37 câmeras ativas em vias que são pontos estratégicos (perto de bancos, estabelecimentos comerciais, lotéricas, escolas e nas entradas e saídas do bairro
  • Nas próximas semanas, serão mais de 50 câmeras
  • As imagens são captadas em duas centrais de monitoramento, na Brigada Militar e na Polícia Civil
  • Em 2016, Camobi teve 14 arrombamentos (em casas e empresas). Em 2018, foram 8. Em 2019, apenas 2 até agora

Leia a matéria completa em: https://diariosm.com.br/not%C3%ADcias/pol%C3%ADcia-seguran%C3%A7a/parceria-entre-comunidade-e-pol%C3%ADcia-garante-mais-de-30-c%C3%A2meras-em-camobi-1.2150944

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Camobi ganha nova central de monitoramento e já tem quase 50 câmeras

A Associação Camobi Segura, criada em 2015, dará nesta segunda-feira mais um importante passo na segurança do bairro, que concentra cerca de 50 mil habitantes e é o maior de Santa Maria, com o lançamento de mais uma central do monitoramento. A primeira delas ocorreu no começo deste ano, quando a associação entregou uma central para dar suporte às investigações da Polícia Civil. Agora, às 17h desta segunda, na sede da Brigada Militar – próximo à rótula da UFSM – será entregue outra central, que será utilizada pela BM.  

Com isso, Camobi passa a ter quase 50 câmeras instaladas em todo o bairro. Elas ficarão, basicamente, nas entradas e saídas do bairro e ainda darão cobertura aos pontos onde estão estabelecimentos comerciais, escolas, bancos, mercados, lotéricas, padarias e postos de combustíveis. Além disso, também serão entregues computadores, aparelhos de televisão, mobiliário e vestiário.

O vice-presidente da associação, Osmar de Moraes, explica que as duas centrais possibilitam um acompanhamento de todo o bairro de forma integrada pelas forças de segurança. Ou seja, BM, Polícia Civil, Polícia Rodoviária Federal (PRF), Batalhão Rodoviário da Brigada Militar, Guarda Municipal e Corpo de Bombeiros têm acesso 24h às imagens capturadas pelas câmeras. Outro ponto a favor da segurança dos moradores do Bairro Camobi é a adesão dos comerciantes e empresários. São, ao todo, cerca de 240 colaboradores da iniciativa.

Além do reforço na segurança, a associação se vale de um outro mecanismo para manter o acompanhamento de perto e permanente do bairro: dois grupos do WhatsApp, que contam com 500 integrantes. A ferramenta tem a participação de agentes da segurança (policiais) que auxiliam na divulgação de informações e, claro, para dar eventuais alertas. Há um terceiro grupo, chamado Escola Segura, que atende 24 escolas (das redes pública e privada) do Bairro Camobi. Neste, educadores e professores alertam à polícia sobre qualquer situação que fuja à normalidade no entorno dessas escolas.

Foto: Renan Mattos (Diário)

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